Lembrar Saramago

saramago

“Há 15 anos, a 8 de Outubro de 1998, foi anunciado o prémio Nobel da literatura.

Nesta fotografia, o momento em que o galardão é entregue a José Saramago.”

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Livros de escritores portugueses

Infelizmente não costumo ler muitos livros de autores portugueses. Estabeleci, no início do ano um desafio de ler pelo menos 10 livros, contudo não está a correr muito bem. Acabo sempre por dar predilecção a autores estrangeiros.Tenho alguns na minha estante à espera de serem lidos e outros que gostaria de ler um dia. Aqui ficam alguns livros de escritores portugueses que gostaria de ler um dia:

Os Livros que devoraram o meu pai - k

Os Livros que devoraram o meu pai – Afonso Cruz

Sinopse: Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.

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Memorial do Convento – José Saramago

Sinopse: Era uma vez um rei que fez promessa de levantar convento em Mafra. Era uma vez a gente que construiu esse convento. Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes. Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido.

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A última feiticeira – Sandra Carvalho

Sinopse: O fantástico épico está novamente de parabéns com mais um estreia literária de uma autora portuguesa que a Presença propõe ao seu público. Em “A Saga das Pedras Mágicas” os heróis, diz-nos Sandra Carvalho, têm uma profunda ligação à Natureza e aos Elementos, são apaixonados pela Vida e inteiramente determinados na sua coragem. A acção passa-se num tempo em que os sábios Druidas se recolhiam nas florestas para perpetuarem o Conhecimento que em eras passadas lhes fora transmitido pelos Seres Mágicos. O berço da heroína desta história, Catelyn, e dos seus cinco irmãos varões, situa-se na Grande Ilha, cada vez mais fustigada pelos ataques dos Viquingues. Os senhores locais formaram uma Aliança para os repelirem, consolidando essa política através de casamentos combinados entre os herdeiros das grandes famílias. Depois de uma infância paradisíaca, Catelyn cresce num mundo cada vez mais violento, assistindo impotente às manipulações da maldosa Myrna, a protegida do homem com quem o pai de Catelyn destinou casá-la.

prenuncio das águas

O prenúncio das águas – Rosa Lobato Faria

Sinopse: “São raros os escritores que, como a autora de O Prenúncio das Águas, detêm uma extraordinária fluência discursiva aliada a uma poderosa imaginação criadora, “viciando” o leitor nos jogos da paixão, do ciúme e da vingança. Em fundo, um universo ficcional onde o fantástico e o real se entrelaçam. Como ponte entre ambos, a complexidade simbólica da água: fonte de vida, centro de amor, agente de morte. Canto do cisne de uma aldeia real e mítica, luz que brilhará para sempre no fundo das águas.” — Teresa Martins Marques, Mestre em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea, Docente e Investigadora Literária.

E vocês o que acham? Já leram algum destes livros? Conhecem outros livros de escritores portugueses que me aconselhem?

Opinião: O conto da ilha desconhecida de José Saramago

 

Livro: O conto da ilha desconhecidasaramago.o conto da ilha desconhecida

Autor: José Saramago

Páginas: 40

Sinopse: Pela hora do meio-dia, com a maré, a ilha desconhecida fez-se enfim ao mar, à procura de si mesma.

Opinião: Este foi o primeiro livro que li do nosso prémio nobel, José Saramago. No início tive alguma dificuldade, visto o escritor não utilizar alguma da pontuação necessária nos diálogos. Contudo, à medida que nos habituamos à narrativa ficamos de tal modo embrenhados na história que a pontuação acaba por ficar num plano secundário (apesar de eu ser um pouco picuinhas nesta área, confesso).

Este livro foi publicado em 1997 e apresenta muitas críticas inerentes, nomeadamente à burocracia da sociedade. É todo ele (na minha opinião como leitora, nunca estudei afincadamente nenhuma das suas obras) uma metáfora muito bem construída. Gostei e surpreendeu-me pela positiva!