Opinião: A Filha de Deus de Lewis Perdue

 

Livro: A Filha de Deusa filha-de-deus

Autor: Lewis Perdue

Páginas: 352

Sinopse: O Vaticano perdeu o seu mais bem guardado segredo… um segredo cuja revelação poderia destruir as próprias fundações da religião do mundo ocidental, fazer o poder mudar de mãos e despertar a violência religiosa como há séculos não se vê.O segredo? A prova irrefutavel da existência de uma mulher Messias cujo nome era Sophia. Nascida na Terra Santa no ano 310 D.C., Sophia ficou conhecida por fazer milagres. A sua divindade ameaçou de tal forma o dogma cristão da época, onde a mulher era inferiorizada, que foi executada pelas autoridades da igreja. No presente: Zoe Ridgeway, uma negociante de arte, visita a Suíça com o seu marido, Seth, onde espera adquirir a propriedade de um colecionador de arte alemão. Mas antes de conseguir fechar negócio, ela e Seth são levados para uma teia de conspiração milenar, assassinatos e intriga que começam e acabam com os mistérios de Sophia. Todas as forças de poder procuram proteger os seus patriarcados de uma divina verdade feminina.

Opinião:

Lewis Perdue é norte-americano e com um passado ligado ao jornalismo de investigação, apesar de ter estudado física e biologia na universidade. Este livro apresenta no final uma nota do autor que denota uma investigação cuidada e arrojada na construção deste livro.

É impossível não estabelecer uma comparação entre este livro e o Código de Da Vinci de Dan Brown. Existe alguma polémica entre estas duas obras e nas semelhanças de narrativa, mas devo dizer que após ter concluído esta leitura, registo diferenças nas obras que distinguem ambos os autores. A base da história nos dois livros é muito semelhante no sentido em que aborda segredos inerentes à religião cristã. Contudo, a acção, narrativa e componente criativa é muito diferente! Dan Brown é mais criativo na condução da história (Código de Da Vinci é uma das minhas obras preferidas), enquanto que Lewis Perdue é mais ousado nas cenas de acção.

Alerto que as cenas de violência neste livro são muito evidentes e podem incomodar alguns leitores. A condução da narrativa é, por vezes, interligada entre várias personagens, simultaneamente, o que pode confundir um pouco a interpretação da história. É um livro claramente masculino! Sem dúvida! É muito evidente quer nas cenas entre o casal Seth e Zoe, quer na violência e acção da própria história!

Classificação: 2*

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