Opinião: Divergente de Veronica Roth

 

Livro: Divergente (Livro 1, Trilogia Divergente)divergente

Autora: Veronica Roth

Páginas: 352

Sinopse: Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família… e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem.

Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se enamora por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo, que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que ama… ou acabar por destruí-la.

Opinião:

Este é o primeiro livro da trilogia Divergente criada pela escritora norte-americana Veronica Roth, de apenas 26 anos (Não fazia ideia! Pensei que era uma senhora já com alguma idade, de cabelo curto, encaracolado e de óculos brancos e quadrados…lol, eu tenho uma tendência estúpida para imaginar os escritores na minha cabeça, não liguem…). Esta trilogia, e especialmente este livro, são um sucesso mundial, tendo já sido adaptado(s) para o cinema.

Já sabia que gostava da história, depois de ter visto o filme no cinema, mas nada me tinha preparado para a escrita viciante desta autora. É maravilhosa! Adorei recordar o romance entre Beatrice/Tris e Quatro/Tobias. É sempre diferente quando lemos o livro, pois temos acesso a muita informação que não temos no filme. Não posso deixar de salientar os sentimentos de Tris para com a sua família. Gostei muito do facto da escritora incluir a família de Tris no final (algo devastador e escruciante) e, especialmente, dos sentimentos fortes e cheios de amor que a mãe de Tris demonstra nos momentos finais (confesso que não contive as lágrimas).

Num mundo diferente do que conhecemos, percebi que apesar das normas que nos possam ser impostas pela sociedade, nada é mais importante, ou poderoso, que o amor ou aquilo que verdadeiramente sentimos pelos outros, e por nós mesmos. Nada é mais poderoso que a expressão daquilo que nos vai no coração! Vou, sem dúvida, querer continuar a acompanhar esta trilogia! Adorei e Recomendo!

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