Opinião: Trilby de Diana Palmer

 

Livro: Trilbytrilby

Autora: Diana Palmer

Páginas: 350

Sinopse: Arriscar nem sempre era fácil e ainda menos com aquele homem irresistível!
Arizona, 1910: Querido diário, Será preciso muito mais do que ameaças e um vaqueiro arrogante para me afastar do meu lar… Quando herdei esta terra baldia, junto à fronteira com o México, sabia que a vida seria dura e perigosa, muito diferente da existência dissipada no Luisiana, onde eu era a doce menina Trilby Lang. Mas não esperava que o meu vizinho, Thorn Vance, me desafiasse continuamente. Nunca imaginei que as suas maneiras bruscas e másculas se tornariam numa tentação irresistível. Agora, o fantasma da guerra paira sobre este deserto e necessito da ajuda dele. Mas até que ponto estou disposta a arriscar-me pondo-me nas mãos de um homem habituado a conseguir o que deseja?

Opinião:

Diana Palmer tem uma lista infindável de romances publicados não só com o seu nome mas também com pseudónimos que usa, nomeadamente Diana Blayne, Katy Currie e Susan Kyle. Esta escritora tem uma predilecção pelos estudos dos nativos americanos e este romance aborda, de forma muito subtil, esta temática.

Trilby é o nome da protagonista feminina, com características profundas da educação da época, que mudou de vida juntamente com a sua família indo para o Arizona, um lugar totalmente diferente e com costumes díspares daquilo a que estava habituada. Aqui conhece o execrável, teimoso e arrogante vizinho Thorn, com o qual antipatiza imediatamente! É interessante ver a evolução da relação entre estas duas personagens.

Para além deste casal temos ainda acesso a outros dois: Naki, o índio apache com rasgos intelectuais que desafiam o preconceito da sociedade, e Sissy a curiosa e tímida amiga de Triby; Temos ainda a história de Lisa, uma mulher que vive num casamento infeliz e o capitão Powell, um viúvo infeliz que encontra felicidade junto de Lisa. Estas duas histórias são um pouco secundárias mas adorei estes dois casais, com características totalmente diferentes mas que transportam a mensagem de que nunca devemos desistir da felicidade, por mais remota que nos pareça, quando menos esperamos encontramos uma luz no nosso caminho!

No geral é um romance cheio que sensualidade, amor e amizade! Denota a paixão da escritora pelos nativos americanos, antropologia e as raízes profundas da cultura americana da época em questão. Senti, contudo que houve algumas questões que ficaram por explicar. Todavia, no geral foi um bom romance, simples e atrevido que preencheu o meu serão de muita magia. Gostei!

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