Autora: Mary Higgins Clark
Páginas: 362
Sinopse: Liza Barron tinha dez anos quando matou acidentalmente a mãe e disparou contra o padrasto. Mas dessa tragédia que abalou a pacata cidade de Mendham muito ficou por explicar. Passaram-se 24 anos e Liza Barton é agora Celia Nolan, uma mulher bem sucedida e apaixonada que tenta esquecer o seu terrível passado e levar uma vida normal. No entanto, tudo muda quando recebe, como presente de aniversário, a casa da sua infância – o último lugar do mundo onde quereria morar. Uma série de homicídios coincide com o seu regresso a casa, e Celia – ou Liza – coloca-se perigosamente nas cenas dos crimes. Para se ilibar, ela terá agora de descobrir o assanino, esforçando-se por ocultar a sua verdadeira identidade. Mas o presente teima em arrastá-la para o passado, e a tarefa mais difícil de Liza é fazer frente às suas falsas recordações e repor a verdade.
Opinião:
Tinha muita curiosidade de ler Mary Higgins Clark e a oportunidade proporcionou-se com este livro “Lar doce lar” que comprei na feira do livro de lisboa por apenas 6€. Desde já digo que gostei muito e adorei a sua escrita metódica e os capítulos curtos e sucintos.
Ao longo do livro, temos acesso à perspectiva e às características de muitas personagens, não apenas à personagem principal, o que enriquece a trama e nos dá muitos pontos de vista a ter em conta na resolução dos crimes presentes na pequena cidade de Mendham.
A personagem de Liza foi muito bem “explorada” ao longo de toda a história e achei lindíssima e cheia de ternura, a sua relação com o filho jack de apenas 4 anos. Aliás, o seu pequeno filho é uma peça fundamental no final surpreendente do livro. Adorei!
